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Dicionário de tradutores literários no Brasil


Ivo Barroso

Perfil | Excertos de traduções | Bibliografia

Ivo Barroso nasceu em Ervália, MG, em 25 de dezembro de 1929. Seu pai era o farmacêutico da cidade e lhe dava todos os livros que pedia. Assim, leu seus primeiros versos na seção de livros do Tesouro da Juventude. Lia também as obras de Machado de Assis e as de Humberto de Campos.

Ivo via em Humberto de Campos um grande poeta e por isso fez muitos sonetos imitando seu estilo. Mais tarde, conheceu Augusto dos Anjos e passou a fazer sonetos à semelhança do Eu.

Ivo foi aluno da antiga Faculdade Nacional de Filosofia do Rio de Janeiro, onde fez o curso de línguas e literaturas neolatinas. Desde cedo se dedicou à tradução de poesia, incentivado por seus mestres. Já na década de 60, integrou o movimento concretista que tinha no Suplemento Literário do Jornal do Brasil, seu veículo de expressão, no qual publicou várias de suas traduções e poemas originais. Pertenceu ao grupo redatorial da revista Senhor, e foi escolhido por Paulo Rónai para integrar o grupo de tradutores encarregado dos trabalhos da Coleção dos Prêmios Nobel de Literatura. Em 1968, seguiu para a Holanda, onde começou a traduzir os Sonetos de Shakespeare. De regresso ao Brasil, em 1970, foi assistente de Antonio Houaiss na Grande Enciclopédia Delta-Larousse, e de Carlos Lacerda na Enciclopédia Século XX. Em janeiro de 1973, antes de voltar novamente à Europa, terminou sua tradução de Uma Estadia no Inferno, de Arthur Rimbaud. Foi redator chefe da revista Seleções do Reader's Digest em Portugal de 1973 a 1978. Morou na Inglaterra de 1983 a 1984, onde iniciou sua tradução de Os Gatos (Old Possum's Book of Practical Cats), de T.S. Eliot. No período de 1985 a 1988, morou na Suécia e, aposentando-se no Banco do Brasil em 1989, foi residir em Paris. Atualmente, vive no Rio de Janeiro e se dedica exclusivamente à tradução e à produção de seus próprios livros. Traduziu cerca de 40 livros de diversas línguas e também publicou, pela Editora Atheneu, numa edição para fins beneficentes de ajuda ao Lar Frei Luiz, um caderno de versos datilografados a que chamou Caixinha de Música, contendo seus versos de menino escritos entre 1945 e 1948. A esses versos juntou a Rapsódia Ervalense, de 1951, de exaltação à sua terra, alguns sonetos desse tempo e vários poemas.

Consagrou grande parte da sua vida à tradução dos poemas de Rimbaud. Em 1995, lançou, pela Topbooks, o primeiro volume das obras completas do autor francês, seguido em 1998 de Prosa Poética, com o qual ganhou o prêmio Jabuti de tradução. Agora, Ivo prepara o último, A Correspondência. Ganhou também o Prêmio Jabuti pela tradução de O livro dos gatos, de T. S. Eliot, em 1992; o Prêmio Paulo Rónai da Biblioteca Nacional pela Novela do bom Velho e da Bela Mocinha, de Italo Svevo, em 1997 e em 2005, ganhou o prêmio da ABL (Academia Brasileira de Letras) de tradução por seu trabalho no Teatro completo, de T. S. Eliot.

Verbete publicado em 20 de July de 2005 por:
Fernanda Biagini Verçosa
Andréia Guerini

Modificado em 30 de September de 2005

Excertos de traduções

Excerto de A consciência de Zeno, de Italo Svevo. Tradução de Ivo Barroso.:

1. Prefazione

1. Prefácio

Io sono il dottore di cui in questa novella si parla talvolta con parole poco lusinghiere. Chi di psico-analisi s'intende, sa dove piazzare l'antipatia che il paziente mi dedica.

Sou o médico de quem às vezes se fala neste romance com palavras pouco lisonjeiras. Quem entende de psicanálise sabe como interpretar a antipatia que o paciente me dedica.

Di psico-analisi non parlerò perché qui entro se ne parla già a sufficienza. Debbo scusarmi di aver indotto il mio paziente a scrivere la sua autobiografia; gli studiosi di psico-analisi arriccerranno il naso a tanta novità. Ma egli era vecchio ed io sperai che in tale rievocazione il suo passato si rinverdisse, che l'autobiografia fosse un buon preludio alla psico-analisi. Oggi ancora la mia idea mi pare buona perché mi ha dato dei risultati insperati, che sarebbero stati maggiori se il malato sul piú bello non si fosse sottratto alla cura truffandomi del frutto della mia lunga paziente analisi di queste memorie.

Não me ocuparei de psicanálise porque já se fala dela o suficiente neste livro. Devo escusar-me por haver induzido meu paciente a escrever sua autobiografia; os estudiosos de psicanálise torcerão o nariz a tamanha novidade. Mas ele era velho, e eu supunha que com tal evocação o seu passado reflorisse e que a autobiografia se mostrasse um bom prelúdio ao tratamento. Até hoje a idéia me parece boa, pois forneceu-me resultados inesperados, os quais teriam sido ainda melhores se o paciente, no momento crítico, não se tivesse subtraído à cura, furtando-me assim os frutos da longa e paciente análise destas memórias.

Le pubblico per vendetta e spero gli dispiaccia. Sappia però ch'io sono pronto di dividere con lui i lauti onorarii che ricaverò da questa pubblicazione a patto egli riprenda la cura. Sembrava tanto curioso di se stesso! Se sapesse quante sorprese potrebbero risultargli dal commento delle tante verità e bugie ch'egli ha qui accumulate!...

Publico-as por vingança e espero que o autor se aborreça. Seja dito, porém, que estou pronto a dividir com ele os direitos autorais desta publicação, desde que ele reinicie o tratamento. Parecia tão curioso de si mesmo! Se soubesse quantas surpresas poderiam resultar do comentário de todas as verdades e mentiras que ele aqui acumulou!...

Dottor S.

Doutor S.

2. Preambolo

2. Preâmbulo

Vedere la mia infanzia? Piú di dieci lustri me ne separano e i miei occhi presbiti forse potrebbero arrivarci se la luce che ancora ne riverbera non fosse tagliata da ostacoli d'ogni genere, vere alte montagne: i miei anni e qualche mia ora.

Rever a minha infância? Já lá se vão mais de dez lustros, mas minha vista cansada talvez pudesse ver a luz que dela ainda dimana, não fosse a interposição de obstáculos de toda a espécie, verdadeiras montanhas: todos esses anos e algumas horas de minha vida.

Il dottore mi raccomandò di non ostinarmi a guardare tanto lontano. Anche le cose recenti sono preziose per essi e sopra tutto le immaginazioni e i sogni della notte prima. Ma un po' d'ordine pur dovrebb'esserci e per poter cominciare ab ovo, appena abbandonato il dottore che di questi giorni e per lungo tempo lascia Trieste, solo per facilitargli il compito, comperai e lessi un trattato di psico-analisi. Non è difficile d'intenderlo, ma molto noioso.

O doutor recomendou-me que não me obstinasse em perscrutar longe demais. Os fatos recentes são igualmente preciosos, sobretudo as imagens e os sonhos da noite anterior. Mas é preciso estabelecer uma certa ordem para poder começar ab ovo. Mas deixei o consultório do médico, que deverá estar ausente de Trieste por algum tempo, corri a comprar um compêndio de psicanálise e li-o no intuito de facilitar-me a tarefa. Não o achei difícil de entender, embora bastante enfadonho.

Dopo pranzato, sdraiato comodamente su una poltrona Club, ho la matita e un pezzo di carta in mano. La mia fronte è spianata perché dalla mia mente eliminai ogni sforzo. Il mio pensiero mi appare isolato da me. Io lo vedo. S'alza, s'abbassa... ma è la sua sola attività. Per ricordargli ch'esso è il pensiero e che sarebbe suo compito di manifestarsi, afferro la matita. Ecco che la mia fronte si corruga perché ogni parola è composta di tante lettere e il presente imperioso risorge ed offusca il passato.

Depois do almoço, comodamente esparramado numa poltrona de braços, eis-me de lápis e papel na mão. Tenho a fronte completamente descontraída, pois eliminei da mente todo e qualquer esforço. Meu pensamento parece dissociado de mim. Chego a vê-lo. Ergue-se, torna a baixar... e esta é sua única atividade. Para recordar-lhe que é meu pensamento e que tem por obrigação manifestar-se, empunhando o lápis. Eis que minha fronte se enruga ao pensar nas palavras que são compostas de tantas letras. O presente imperioso ressurge e ofusca o passado.

Ieri avevo tentato il massimo abbandono. L'esperimento finí nel sonno piú profondo e non ne ebbi altro risultato che un grande ristoro e la curiosa sensazione di aver visto durante quel sonno qualche cosa d'importante. Ma era dimenticata, perduta per sempre.

Ontem tentei um abandono total. A experiência terminou no sono mais profundo e não obtive outro resultado senão um grande descanso e a curiosa sensação de haver visto alguma coisa importante durante o sono. Mas esqueci-me do que era, perdendo-a para sempre.

Mercé la matita che ho in mano, resto desto, oggi. Vedo, intravvedo delle immagini bizzarre che non possono avere nessuna relazione col mio passato: una locomotiva che sbuffa su una salita trascinando delle innumerevoli vetture; chissà donde venga e dove vada e perché sia ora capitata qui!

Graças ao lápis que hoje trago à mão, mantenho-me desperto. Vejo, entrevejo imagens bizarras que não podem ter qualquer relação com meu passado: uma locomotiva que resfolega pela encosta a cima a arrastar inúmeros vagões; sabe-se lá de onde vem e para onde vai e o que estará fazendo nestas recordações?!

Nel dormiveglia ricordo che il mio testo asserisce che con questo sistema si può arrivar a ricordare la prima infanzia, quella in fasce. Subito vedo un bambino in fasce, ma perché dovrei essere io quello? Non mi somiglia affatto e credo sia invece quello nato poche settimane or sono a mia cognata e che ci fu fatto vedere quale un miracolo perché ha le mani tanto piccole e gli occhi tanto grandi. Povero bambino! Altro che ricordare la mia infanzia! Io non trovo neppure la via di avvisare te, che vivi ora la tua, dell'importanza di ricordarla a vantaggio della tua intelligenza e della tua salute. Quando arriverai a sapere che sarebbe bene tu sapessi mandare a mente la tua vita, anche quella tanta parte di essa che ti ripugnerà? E intanto, inconscio, vai investigando il tuo piccolo organismo alla ricerca del piacere e le tue scoperte deliziose ti avvieranno al dolore e alla malattia cui sarai spinto anche da coloro che non lo vorrebbero. Come fare? È impossibile tutelare la tua culla. Nel tuo seno - fantolino! - si va facendo una combinazione misteriosa. Ogni minuto che passa vi getta un reagente. Troppe probabilità di malattia vi sono per te, perché non tutti i tuoi minuti possono essere puri. Eppoi - fantolino! - sei consanguineo di persone ch'io conosco. I minuti che passano ora possono anche essere puri, ma, certo, tali non furono tutti i secoli che ti prepararono.

Na minha sonolência, recordo que o compêndio assegurava, por este sistema, ser possível recordarmos a primeira infância, a dos cueiros. De repente, vejo uma criança de fraldas, mas por que tem de ser eu? Não se parece nada comigo; na verdade, acho que se trata do bebê de minha cunhada, nascido há poucas semanas e que ela mostrava a todos como se fosse um milagre, porque tinha as mãos tão pequenas e os olhos tão grandes. Pobre criança! Ainda bem que se trata de recordar a minha infância! Não saberia encontrar um jeito de te aconselhar, agora que vives a tua, sobre a importância de recordá-la para o bem de tua inteligência e de tua saúde. Quando chegarás a saber que seria bom se pudesses reter na memória a tua vida, até mesmo as partes que te possam repugnar? E, no entanto, inconsciente, vais investigando o teu pequeno organismo à procura do prazer, e as tuas deliciosas descobertas te levarão à dor e à doença, para as quais contribuirão até mesmo aqueles que mais te querem. Que fazer? É impossível tutelar teu berço. No teu seio - pequerrucho! - se vai processando uma combinação misteriosa. Cada minuto que passa, lança-lhe um reagente. Há demasiadas possibilidades de doenças para ti, porque não é possível que sejam puros todos esses minutos. E além disso - pequerrucho! - és consangüíneo de pessoas que conheço. Os minutos que agora passam até que podiam ser puros, mas tal não foram decerto os séculos que te prepararam.

Eccomi ben lontano dalle immagini che precorrono il sonno. Ritenterò domani.

Eis-me bem afastado das imagens que prenunciam o sono. Vejamos amanhã.

Svevo. Italo. La coscienza di Zeno. Milano: Mondadori, 1997, pp 3-5.

Svevo, Italo. A consciência de Zeno. [Por: Ivo Barroso]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980, pp 7-10.

Bibliografia

Traduções Publicadas

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Breton, André. Nadja. [Por: Ivo Barroso]. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987. 167 p; Imago, 1999. 152 p. (Nadja).

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Calvino, Italo. As cosmicômicas. [Por: Ivo Barroso]. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. (Le cosmicomiche). 155 p.

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Gide, André. A volta do Filho pródigo precedido de cinco outros tratados. [Por: Ivo Barroso]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984. (Le retour de l'enfant prodigue). 172 p.

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Hesse, Hermann. O lobo da estepe. [Por: Ivo Barroso]. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1973. Rio de Janeiro: Record, 1983. (Der Steppenwolf). 224 p.

Karfeldt, Erik-Axel. Poesias. [Por: Ivo Barroso]. Rio de Janeiro: Delta, 1964.

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Poe, Edgar Allan. O Corvo e suas traduções. [Por: Ivo Barroso]. Rio de Janeiro: Lacerda, 1998. (The raven). 105 p. Organização de Ivo Barroso.

Rimbaud, Arthur. Poesia Completa. [Por: Ivo Barroso]. Rio de Janeiro: Topbooks, 1994. 392 p. Organização de Ivo Barroso.

Rimbaud, Arthur. Prosa poética: Uma estadia no inferno, Iluminações, Um coração sob a sotaina, Os desertos do amor, Prosas evangélicas. [Por: Ivo Barroso]. Rio de Janeiro: Topbooks, 1998. (Une saison en enfer, Iluminations, Un coeur sous une soutaine, Les déserts de l' amour, Proses évangéliques). 413 p. Prefácio e notas de Ivo Barroso.

Rolland, Romain. Colas Breugnon. [Por: Ivo Barroso]. Rio de Janeiro: Ópera Mundi, 1973. (Colas Breugnon). 280 p. Estudo introdutivo de Henri Petit.

Shakespeare, William. 30 sonetos. [Por: Ivo Barroso]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1991. (Sonnets). 113 p. Introdução de Nehemias Gueiros. Posfácio de Antonio Houaiss.

Silverstein, Shel. Uma girafa e tanto. [Por: Ivo Barroso]. São Paulo: Cosac & Naify, 2003. (A giraffe and a half). 46 p.

Strindberg, Johan August. Inferno.[Por: Ivo Barroso]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989. (Inferno). 187 p.

Svevo, Italo. A consciência de Zeno. [Por: Ivo Barroso]. São Paulo: Abril Cultural, 1984. (La coscienza di Zeno). 403 p.

Svevo, Italo. Senilidade. [Por: Ivo Barroso]. Rio de Janeiro: Rio Gráfica, 1986. (Senilita). 272 p.

Svevo, Italo. A novela do bom velho e da bela mocinha. [Por: Ivo Barroso]. Rio de Janeiro: Topbooks, 1997. (La novelle del vecchio e de la bella fanciulla). 217 p. Tradução e prefácio de Ivo Barroso.

Yourcenar, Marguerite. Denário do sonho. [Por: Ivo Barroso]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982. (Denier du rêve). 188 p.

Yourcenar, Marguerite. Golpe de misericórdia. [Por: Ivo Barroso]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982. (Le coup de grâce). 124 p.

Yourcenar, Marguerite. O tempo, esse grande escultor. [Por: Ivo Barroso]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985. (Le temps, ce grand sculpteur). 218 p.

Obra própria

Barroso, Ivo. Nau dos náufragos. Lisboa: Minerva, 1981. 126 p.

Barroso, Ivo. As quatro visitações de Alcipe. Lisboa: Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, 1991.

Barroso, Ivo. A caça virtual e outros poemas. Rio de Janeiro: Record, 2001. 222 p. Prefácio de Eduardo Portella.

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