Bluma Vilar :: DITRA - Dicionário de tradutores literários no Brasil :: 
Dicionário de tradutores literários no Brasil


Bluma Vilar

Perfil | Excertos de traduções | Bibliografia

Bluma Waddington Vilar de Queiroz, carioca, é licenciada em português-francês pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, mestre em Literatura Brasileira e doutora em Literatura Comparada, pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Morou por quatro anos na França e no Canadá, e por alguns meses na Inglaterra, Estados Unidos e Alemanha. Como bolsista da Faperj, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, desenvolveu o projeto de pesquisa de pós-doutorado Machado de Assis: uma poética da releitura. Em seguida, foi bolsista do CNPQ (Pós-doutorado júnior), com o projeto Metáforas pecuniárias: a contabilidade moral no romance machadiano.

Tem dois livros publicados – Álbum (7Letras, 1996) e Idéias de um menino cismado (Nova Fronteira, 2004), cujos originais venceram, em 2000, o João-de-Barro, concurso nacional de literatura infantil, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de Belo Horizonte, desde 1974. Integra o Grupo de Pesquisa/CNPq “Relações intertextuais na obra de Machado de Assis” e o conselho editorial de Machado de Assis em linha: revista eletrônica de estudos machadianos, publicação criada em 2008 pelos membros daquele grupo. É pesquisadora independente e tradutora, traduzindo do francês e do inglês.

Bluma afirma não escolher sempre as obras que traduz, pois as traduções que faz para editoras são propostas por estas. O mesmo ocorria com a legendagem para cinema e para televisão, que deixou de fazer, por preferir se concentrar na tradução de livros. Por falta de tempo, não escreve sobre sua prática de tradução, dedicando-se à sua pesquisa na área de estudos machadianos.

Na sua opinião, para ser um bom tradutor é necessário conhecer as características e as peculiaridades das línguas com as quais se trabalha, compreender as diferenças entre a língua de partida e a língua de chegada. Um senso de desconfiança apurado também é imprescindível para perceber o que se ignora e sanar essas lacunas. Em suma, um bom tradutor de livros precisa ser um leitor atento, meticuloso e precisa escrever bem na língua para a qual traduz. Seu projeto como tradutora é continuar traduzindo literatura contemporânea e ensaios na área de ciências humanas e, se possível, traduzir alguns clássicos.

 

Verbete publicado em 30 de November de -1 por:
Narceli Piucco
Marie-Hélène Catherine Torres

Modificado em 13 de February de 2012

Excertos de traduções

Excerto de Oscar e a senhora rosa, de Eric-Emmanuel Schmitt. Tradução de Bluma Waddington Vilar

Cher Dieu,

Caro Deus,

Je m’appelle Oscar, j’ai diz ans, j’ai foutu le feu au chat, au chien, à la maison (je crois même que j’ai grillé les poissons rouges) et c’est la première lettre que je t’envoie parce que jusqu’ici, à cause de mes études, j’avais pas le temps.

O meu nome é Oscar, tenho 10 anos, toquei fogo no gato, no cachorro, na casa (acho até que fritei os peixinhos vermelhos do aquário), e esta é a primeira carta que lhe envio porque antes, com os estudos, não tinha tempo.

Je te préviens tout de suite: j’ai horreur d’écrire. Faut vraiment que je sois obligé. Parce qu’écrire c’est guirlande, pompon, risette, ruban, et cetera. Écrire, c’est rien qu’un mensonge qui enjolive. Un truc d’adultes.

Mas vou logo avisando: odeio escrever. Só escrevo se obrigado. Escrever é guirlanda, pompom, sorriso falso, laço de fita etc. Escrever não passa de mentira que enfeita. Coisa de adulto.

La preuve? Tiens, prends le début de ma lettre: “Je m’appelle Oscar, j’ai dix ans, j’ai foutu le feu au chat, au chien, à la maison (je crois même que j’ai grillé les poissons rouges) et c’est la première lettre que je t’envoie parce que jusqu’ici, à cause de mes études, j’avais pas le temps”, j’aurais pu aussi bien mettre: “On m’appelle Crâne d’Œuf, j’ai l’air d’avoir sept ans, je vis à l’hôpital à cause de mon câncer et je ne t’ai pas adresse la parole parce que je crois même pas que tu existes.”

Duvida? Então olhe só o início da minha carta: “O Meu nome é Oscar, tenho 10 anos, toquei fogo no gato, no cachorro, na casa (acho até que fritei os peixinhos vermelhos do aquário), e esta é a primeira carta que lhe envio porque antes, com os estudos, não tinha tempo”. Podia muito bem ter dito: “O meu nome é Cabeça de Ovo, pareço ter sete anos, moro no hospital por causa de um câncer e nunca lhe dirigi a palavra porque nem acredito que você exista.”

Seulement si j’écris ça, ça la fout mal, tu vas moins t’intéresser à moi. Or j’ai besoin que tu t’intéresses.

Mas, se escrevesse isso, pegaria mal, você teria péssima impressão, iria se interessar menos por mim. E preciso que você se interesse.

Ça m’arrangerait même que tu aies le temps de me rendre deux ou trois services.

Aliás, seria ótimo se você tivesse tempo para me fazer dois ou três favores.

Je t’explique.

Eu explico.

L’hôpital, c’est um endroit super-sympa, avec plein d’adultes de bonne humeur qui parlent fort, avec plein de jouets et de dames roses qui veulent s’amuser avec les enfants, avec des copains toujours disponibles comme Bacon, Einstein ou Pop Corn, bref, l’hôpital c’est le pied si tu es un malade qui fait plaisir.

O hospital é um lugar supersimpático, cheio de adultos de bom humor e voz forte, cheio de brinquedos e senhoras rosas dispostas a brincar com as crianças, cheio de amigos sempre disponíveis como o Bacon, o Einstein ou o Pipoca, em resumo, o hospital é o máximo, quando você é um doente que agrada.

Moi, je ne fais plus plaisir. Depuis ma greffe de moelle osseuse, je sens bien que je fais plus plaisir. Quand le docteur Düsseldorf m’examine, le matin, le cœur n’y est plus, je le déçois. Il me regarde sans rien dire comme si j’avais fait une erreur. Pourtant je me suis appliqué, moi, à l’opération; j’ai été sage, je me suis laissé endormir, j’ai eu mal sans crier, j’ai pris tous les médicaments. Certains jours, j’ai envie de lui gueuler dessus, de lui dire que c’est peut-être lui, le docteur Düsseldorf, avec ses sourcils noirs, qui l’a ratée, l’opération. Mais il a l’air tellement malheureux que les insultes me restent dans la gorge. Plus le docteur Düsseldorf se tait avec son œil désolé, plus je me sens coupable. J’ai compris que je suis devenu un mauvais malade, un malade qui empêche de croire que la médecine, c’est formidable.

E não agrado mais. Desde o meu transplante de medula óssea, sinto que não agrado. Quando o dr. Düsseldorf me examina de manhã, falta entusiasmo: sou uma decepção para ele. Só me olha, calado, como se eu tivesse feito alguma coisa errada. No entanto, empenhei-me de verdade na operação – fui bem comportado, deixei que me fizessem dormir, senti dor sem berrar, tomei todos os remédios.

Certos dias tenho vontade de gritar com ele, de dizer que talvez tenha sido ele, dr. Düsseldorf, com aquelas sobrancelhas pretas, que estragou a operação. Porém sua cara de tristeza me faz desistir de xingá-lo. Quanto mais o dr. Düsseldorf se cala, com olhar desolado, mais sinto culpa. Virei um mau doente, sei disso, um doente que impede de acreditar numa medicina formidável.

Eric-Emmanuel. Oscar et la dame rose. Paris: Albin Michel, 2002, pp. 9-11.

Schmitt, Eric-Emmanuel. Oscar e a senhora rosa. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2003. pp. 7-10. (Oscar et la dame rose)

Bibliografia

Traduções Publicadas

Ficção

Anderson, Eli. Oscar Pill: a revelação dos Médicus. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Vilar, Rio de Janeiro: Agir, 2011, 384 p. Ficção infantojuvenil francesa. (Oscar Pill: la révélation des Médicus)

 Curiol, Céline. Voz sem saída. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006, 200 p. (Voix sans issue)

Fontes, Justine. Rango. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Adaptação de Justine e Ron Fontes do roteiro cinematográfico de John Logan, história de John Logan, Gore Verbinski, e James Ward Byrkit , Rio de Janeiro: Agir, 2011, 152 p. Ficção infantojuvenil francesa. (Rango)

Gaudé, Laurent. A morte do rei Tsongor. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2004. 192 p. (La mort du roi Tsongor)

Nothomb, Amélie. Dicionário de nomes próprios. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2003. 160 p. (Robert des noms propres)  

Schmitt, Eric-Emmanuel. Oscar e a senhora rosa. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2003. 105 p. (Oscar et la dame rose)

Schmitt, Eric-Emmanuel. O filho de Noé. [Por: Bluma Waddington Vilar].  Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005. 105 p. (L’Enfant de Noé)

 Thompson, Kate. J.J. e a música do tempo. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2007.  345 p. Ficção infantojuvenil inglesa. (The New Policeman)

 

Infantis

 Drummond, Allan. A Ilha da Energia: a história de uma comunidade que domou o vento e mudou de vida. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2011, 36 p. (Energy Island: How One Community Harnessed the Wind and Changed Their World).

 Katschke, Judy. Um dia na vida de uma princesa. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ilustrações de Kristina Stephenson, Rio de Janeiro: Sextante, 2008, 22 p. (A Day in the Life of a Princess)

 Zobel-Nolan, Allia. Histórias da Bíblia que se desdobram à sua frente. [Por: Bluma Waddington Vilar]. ilustrações de Paula Doherty, Rio de Janeiro: Sextante, 2008, 10 p. (My Giant Fold-Out Book of Bible Stories)


Não-ficção (ensaios)

Alliez, Éric. Assinatura do Mundo. [Por: Maria Helena Rouanet e Bluma Vilar]. São Paulo: Editora 34, 1995. 112 p. (La signature du monde)

Girard, René. Um longo argumento do princípio ao fim. Diálogos com João Cezar de Castro Rocha e Pierpaolo Antonello. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Rio de Janeiro: Topbooks, 2000.  272 p. (A Long Argument from Beginning to End)

Iser, Wolfgang e Casper, Gerhard. Futuro da universidade. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2002. 112 p.

Rocha, João Cezar de Castro (org.). Teoria da ficção: indagações à obra de Wolfgang Iser. [Por: Bluma Vilar e João Cezar de Castro Rocha]. Rio de Janeiro: EdUERJ, 1999.  260 p. Tradução das conferências e dos debates (realizados em inglês) do VII Colóquio UERJ, evento ocorrido nesta universidade em 1996.


Não-ficção (outros)                           

Coyle, Daniel. O código do talento. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Rio de Janeiro: Agir, 2010. 271 p. (The talent code)

Safrew, Ethan. Maravilhas do mundo. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Rio de Janeiro: Sextante, 2008. 10 p. (Wonders of the world)

Solé, Robert. Egito: um olhar amoroso. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003. 446 p. (Dictionnaire amoureux de l’Egypte)  

Vartzbed, Éric. Sem título definido. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2012, no prelo. (Comment Woody Allen peut changer votre vie)


Ensaios traduzidos

Godzich, Wlad. A ilegibilidade de Luiz Costa Lima. In: Gumbrecht, Hans Ulrich e Rocha, João Cezar de Castro (orgs.). Máscaras da Mímesis: a obra de Luiz Costa Lima, Rio de Janeiro: Record, 1999, pp. 345 a 351. (The Unreadability of Luiz Costa Lima)

 

Gumbrecht, Hans Ulrich. A paixão pelo inominável: história e dimensão estética na obra de Luiz Costa Lima. Originalmente publicado como prefácio a Luiz Costa Lima. The Dark Side of Reason. Fictionality and Power (1992) [Por: Bluma Waddington Vilar]. In: Gumbrecht, Hans Ulrich e Rocha, João Cezar de Castro (orgs). Máscaras da Mímesis: a obra de Luiz Costa Lima, Rio de Janeiro: Record, 1999, pp. 141 a 146, (Passion for the Unnamable: History and the Aesthetic Dimension in the Work of Luiz Costa Lima)

 

Gumbrecht, Hans Ulrich. O futuro dos estudos de literatura. [Por: Bluma Waddington Vilar]. In: Gumbrecht, Hans Ulrich. Castro Rocha, João Cezar de (org). Corpo e forma: ensaios para uma crítica não-hermenêutica. Rio de Janeiro: EdUERJ, 1998, capítulo 6, pp. 153-175. (The Future of Literary Studies)

 

Schnapp, Jeffrey. A canção da matéria. [Por: Bluma Waddington Vilar]. In: Rocha, João Cezar de Castro (org.). Intersecções: a materialidade da comunicação, Rio de Janeiro: Imago/ EdUERJ, 1998, pp. 150-170. (The Song of Matter).


Artigos de jornal

Ash, Timothy Garton. Europa. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Jornal Folha de São Paulo, caderno “Mais”, São Paulo, domingo, 27 de abril de 2003, pp. 8 e 9. (Europe 2023)

Entrevista de René Girard a João Cezar de Castro Rocha e Pierpaolo Antonello, feita especialmente para o Jornal da Tarde, “Caderno de Sábado”, [Por: Bluma Waddington Vilar]. São Paulo, 18 de novembro de 2000, p. 6D.

 Gumbrecht, Hans Ulrich. Da boa comida, um elogio necessário. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Jornal Folha de São Paulo, caderno “Mais”, São Paulo, domingo, 2 de março de 2003, pp. 4-7. (Why It Matters to Talk about Tasty Food)

 Gumbrecht, Hans Ulrich. O conselheiro andrógino e o intelectual frio – uma alternativa inexistente. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Jornal Folha de São Paulo, caderno “Mais”, São Paulo, domingo, 2 de maio de 2004, pp. 7-9. (The Androgynous Counselor and the Cold Intellectual: A Non-Existent Alternative)

Menand, Louis. A invenção de George Orwell. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Versão reduzida de artigo publicado originalmente na revista “The New Yorker”, com o título Honest, Decent, Wrong – The Invention of George Orwell, Jornal Folha de São Paulo, caderno “Mais”, São Paulo, domingo, 01 de junho de 2003, pp 9-13.

Rancière, Jacques. O instante decisivo forjado. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Jornal Folha de São Paulo, caderno “Mais”, São Paulo, domingo, 27 de julho de 2003, pp.12-13. (Le bel âge de la photographie)

Sontag, Susan. O evangelho hegemônico da tradução. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Publicado originalmente no “Times Literary Supplement” em 12/06/2003), Jornal Folha de São Paulo, caderno “Mais”, São Paulo, domingo , 17 de agosto de 2003, pp. 12-13. (Babel Now – The World as India)

Zizek, Slavoj. Sensibilidade para a inércia. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Jornal Folha de São Paulo, caderno “Mais”, São Paulo, domingo, 8 de fevereiro de 2004, pp.4-6. (Immoral, and Yet Ethical!)


Poesia

Philip Oakes. Playmate. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Revista 34 Letras, n.3, março/1989, pp. 50 e 51.

Valéry, Paul. Mescla. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Seleção de textos, tradução e apresentação de Bluma Vilar. Jornal Verve, ano I, n.1, jan./fev. 1987, p. 8. (Mélange). Prosa Literária.

Stevenson, Anne. O Casamento. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Tradução e apresentação de Bluma Vilar. Jornal Verve, ano V, n. 46, abril/1991, p.8. A tradução do poema foi republicada na Inimigo Rumor. Revista de poesia, Rio de Janeiro: Sette Letras, n.10, maio 2001, p. 52. (The marriage)


Filmes (legendas)

Traduzidos para o CINECLUBE ESTAÇÃO BOTAFOGO, como membro da equipe de tradução da IV MOSTRA BANCO NACIONAL DE CINEMA (1992):

Belvaux, Rémy; Bonzel, André e Poelvoorde; Benoit. Aconteceu perto da sua casa. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 35 mm. Preto e Branco. 95 min. Bélgica (1992). Prêmio da Crítica Internacional, da Crítica Francesa e Prêmio Especial do Júri para a Juventude, no Festival de Cannes 92. (C’est arrivé près de chez vous)

Arcand, Denys et al. Contos de Montreal. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção em seis episódios. 35 mm. Cor. 100 min. Canadá (1992). (Montréal vu par...)

Para a V MOSTRA BANCO NACIONAL DE CINEMA (1993):

Mandy, Marie. Perdão, Cupido. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 35 mm. Cor. 88 min. Bélgica (1992). (Pardon Cupidon)

Para a VI MOSTRA BANCO NACIONAL DE CINEMA (1994):

Do inglês (legendas) para o português:

Kachyna, Karel. A Vaca. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 35mm. Cor. 86 min. República Tcheca (1993). (The Cow/Kráva)

Mészáros, Marta. Barriga de aluguel. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 35 mm. Cor. 102 min. Polônia/ Hungria (1994). (Fetus/A Magzat)

Para a LUMIÈRE LATIN AMERICA AUDIOVISUAL LTDA:

Em 1995:

Balasko, Josiane. Uma cama para três. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 35 mm. Cor. 118 min. França/ Bélgica (1995). Seleção oficial Cannes 96. (Gazon maudit)

Em 1996:

Van Dormael, Jaco. O oitavo dia. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 35 mm. Cor. 118 min. França (1994). (Le huitième jour)

Para a VII MOSTRA BANCO NACIONAL DE CINEMA (1995):

Pozer, John. The Michelle Apartments. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 35 mm. Cor. Canadá (1994).

Alea, Tomás Gutiérrez; Tabío, Juan Carlos. Guantanamera. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 35 mm. Cor. Cuba.

Para a MOSTRA DE CINEMA FRANCÊS, organizada pelo ESTAÇÃO BOTAFOGO em 1995:

Demy, Jacques. Lola. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 35 mm. Cor. 85 min. França (1961). (Lola)

Gance, Abel. Eu acuso. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 35 mm. Preto e branco. 90 min. França (1938), versão sonora. (J’accuse)

Para a MOSTRA RIO 97 (IX Mostra Internacional do Filme):

Godard, Jean-Luc. Para sempre Mozart. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 35 mm. Cor. 85 min. França (1996). (For Ever Mozart)

Para o GRUPO ESTAÇÃO, em 1998:

Polanski, Roman. Repulsa ao sexo. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 35 mm. Preto e branco. 105 min. Inglaterra (1965). Vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim em 1965. (Repulsion)

Para a MOSTRA DO CINEMA FRANCÊS, organizada pela Unifrance como parte de um convênio com a RioFilme, em julho de 1999:

Becker, Jean. O olhar da inocência. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 35 mm. Cor. 115 min. França (1998). (Les enfants du marais)

Para o FESTIVAL DO RIO 99:

Michel, Thierry. Mobutu, rei do Zaire. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Documentário. 35 mm. Cor. 135 min. Bélgica (1999). (Mobutu, roi du Zaïre)

Sissako, Abderrahmane. A vida sobre a Terra. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 35 mm. Cor. 61 min. Mali (1998). (La vie sur terre)

Para o FESTIVAL DO RIO BR 2000:

Aghion, Gabriel. Pequena enciclopédia do libertino. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 35 mm. Cor. 105 min. França (1999). (Le libertin)

Auburtin, Frédéric. Uma ponte entre duas margens. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 35 mm. Cor. 92 min. França (1999). (Un pont entre deux rives)

Thompson, Danièle. Três irmãs. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 35 mm. Cor. 106 min. França (1999). (La bûche)

Para o GRUPO ESTAÇÃO, em 2001:

Renoir, Jean. A grande ilusão. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 35 mm. Preto e branco. 120 min. França (1937). (La grande illusion).

Para o FESTIVAL DO RIO BR 2001:

Godard, Jean-Luc. O amor segundo Godard. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 35 mm. Preto e branco/ Cor. 103 mim. França (2000). (Éloge de l’amour)

Para o GRUPO ESTAÇÃO, em 2002:

Godard, Jean-Luc. Alphaville. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 35 mm. Preto e branco. 100 min. França. (Alphaville),

Rohmer. Éric. A Marquesa d’O. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 35 mm. Cor. França. (La Marquise d’O)

Rohmer, Éric. O joelho de Claire. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 35 mm. Cor. 110 min. França. (Le genou de Claire)


Versão

Do português para o francês:

Mendes, David França; Amorim, Vicente. Vanité. [Por: Bluma Waddington Vilar]. Ficção. 16 mm. Cor. 10’. Brasil (1990). Prêmio de Melhor Diretor no Festival de Gramado em 1990, de Melhor Montagem e Melhor Atriz no Rio Cine Festival no mesmo ano.  (Vaidade)

 

 

Obra própria

Vilar, Bluma. Álbum. Rio de Janeiro: Sette Letras, 1996. 58 p.

Vilar, Bluma. Idéias de um menino cismado. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2004. 64p.

 


 

 

 

Apresentação | Créditos | Contato | Admin

ISBN:   85-88464-07-1

Universidade Federal de Santa Catarina

Centro de Comunicação e Expressão

Apoio:

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

Última atualização desta página

©2005-2022 - NUPLITT - Núcleo de Pesquisas em Literatura e Tradução

Site melhor visualizado em janelas com mais de 600px de largura disponível.