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Dicionário de tradutores literários no Brasil


Álvaro Faleiros

Perfil | Excertos de traduções | Bibliografia

Álvaro Faleiros nasceu em Viña-Del-Mar, Chile, em 4 de fevereiro de 1972. É filho de brasileiros exilados durante a ditadura militar no Brasil. O golpe militar de Pinochet obrigou a família a deixar o Chile em 1973. Depois de morar na Holanda, por um ano, a família instalou-se em Quebec, parte francesa do Canadá, onde viveu de 1974 a 1979 até a anistia no Brasil, quando puderam voltar ao país. Foi um período que marcou sua alfabetização bilíngue, em francês na escola e em português em casa.

É graduado em Ciências Sociais pela Universidade de Campinas, mestre em Linguística pela Université du Québec à Montréal, UQAM, Canadá, doutor em Letras (Língua e Literatura Francesa) pela Universidade de São Paulo (2003) e professor livre-docente de Literatura Francesa nessa mesma universidade.

É tradutor, tendo também diversas publicações sobre o assunto. Normalmente traduz do francês, eventualmente do espanhol e, em parceira com outros tradutores de línguas como o finlandês, japonês, palikur e kaxinawá.

Em sua bibliografia de tradutor destacam-se obras de renomados escritores franceses como Apollinaire e Mallarmé. É tradutor, por exemplo, de Bestiário (1997) e Caligramas (2008) de Apollinaire e Um lance de dados (2013) de Mallarmé. Traduziu para o francês, em edição bilíngue, a obra de Hilda Hist, Da morte. Odes mínimas. De la mort. Odes minimes. (1998). Também escreveu em francês algumas obras, dentre as quais, em conjunto com outros autores, uma pequena antologia de poesia de Quebec, intitulada Poètes du Noroit (2003). Na literatura infantil, coleciona algumas traduções do francês desde 2010 e tem trabalhado na adaptação de algumas narrativas ameríndias do kaxinawá e do palikur, em versões para criança.

No âmbito acadêmico publicou o livro Traduzir o Poema (2012), no qual se encontram suas reflexões sobre a tradução poética.

Poeta, ganhador do Prêmio Estímulo de poesia da cidade Campinas (1994), por seu primeiro livro de poemas, “Coágulos” (1995). Seu sexto livro de poesia, Meio Mundo (2007), reúne sua experiência de poeta e cancionista. Na literatura infantil, publicou dois livros, O caminho das Pedras (2011) e O Sapoeta (2013), este último em parceria com Fernando Vilela.

Lançou o primeiro CD musical Água Minha em 2003 e o segundo em 2013 com o título Dá pé.

Verbete publicado em 2 de March de 2014 por:
Aí­da Carla Rangel de Sousa
Giovana Bleyer Ferreira dos Santos
Marie-Hélène Catherine Torres

Excertos de traduções

Excerto de A história de Júlia e sua sombra de menino, de Christian Bruel & Anne Galland. Tradução de Álvaro Faleiros.

HISTOIRE DE JULIE QUI AVAIT UNE OMBRE DE GARÇON

A HISTÓRIA DE JULIA E SUA SOMBRA DE MENINO

On l'aime bien quand ellen'est pas coiffée comme Julie.
On l'aime bien quand elles'assied mieux que Julie.
On l'aime bien quand elleparle moins que Julie.

Gostam dela quando não está penteada como Júlia.
Gostam dela quando senta melhor do que Júlia.
Gostam dela quando fala menos do que Júlia.

Maintenant elle ne sait même plus à qui elle ressemble.
Même son miroir ne la reconnaît plus.

Agora, ela nem sabe mais com quem se parece.
E nem mesmo seu espelho já a reconhece.

Ce soir, Julie est découragée. Et si c'était l'ombre qui avait raison. Elle n'est peut-être qu'un garçon... manqué en plus, avec cette fente entre les cuisses qu'elle aime bien toucher doucement.

Esta noite Júlia está desanimada. E se a sombra estiver certa? Talvez ela não passe mesmo de um menino... mas não um menino de verdade, o que é pior, pois nesse caso ela teria algo diferente entre as pernas. E isso ela não quer.

Julie ne sait plus qui elle est puisqu'elle devrait toujours faire comme quelqu'un d'autre pour être aimée.

Júlia não sabe mais quem ela é, pois sempre precisa se comportar como os outros querem para ser amada.

Julie n'est pas polie
elle suce encore son pouce
Julie est très jolie
mais voudrait être rousse

Júlia não é lá muito gentil
e ainda por cima chupa o dedo.
Júlia é linda, mas onde se viu,
queria ter os cabelos vermelhos!

Julie n'est pas très douce
elle n'aime pas les peignes
et se cache sous la mousse
pour ne pas qu'on la baigne

Júlia não é lá muito mansinha,
nunca gostou de se pentear,
vive se escondendo na espuma
só para não ter que se banhar.

Julie sait ce qu'elle veut
elle en parle à son chat
ils ont de drôles de jeux
que ses parents n'aiment pas.

Júlia sabe bem o que ela quer,
sempre fala disso com seu gato,
os dois brincam juntos pra valer,
e os seus pais ficam muito espantados.

Julie n'avait pas rêvé :
elle a bien une ombre de garçon!
Mais personne ne veut la croire

Julia não estava sonhando:
sua sombra era mesmo
de menino! Mas ninguém
queria acreditar.

Quand une ombre
un peu trop sombre
vous suit comme
votre ombre,
nom d'un concombre,
elle vous encombre.

Quando uma sombra,
sombria demais,
segue você, como
sua própria sombra,
e em você ela até tromba,
isso de fato assombra.

Jolie Julie, la nuit
de ses yeux grands ouverts
dessine pour demain
des matins sans soleil

Minha linda Júlia, veja só,
quem dera a noite abrisse seus olhos
e desenhasse para o futuro
manhãs sem sol.

BRUEL, Christian; GALLAND, Anne; BOZELLEC, Anne. Histoire de Julie qui avait une ombre de garçon. Paris : Etre éditions, 2009.

BRUEL, Christian; GALLAND, Anne. A história de Júlia e sua sombra de menino. [Por Álvaro Faleiros] São Paulo: Scipione, 2010. Literatura infanto-juvenil. Ilustrações de Anne Bozellec

Poema “XXXVI”, de Da morte. Odes mínimas, de Hilda Hilst. Tradução de Álvaro Faleiros.

XXXVI

XXXVI

Um peixe lilás e malva
Num claro cubo
De sons e água.
Assim te mostrarás.
Um perfil curvo.
Soma de asas.
Um quase escuro
Sobre as vidraças.
E fios e linhas
Trançando máscaras
Para a minha cara:
Rubra mandala
Para um perfil.
Então ajusto
Para o mergulho
Cores e máscara.
Sou eu. Um peixe rubro
E um outro lilás e malva.

Un poisson lilas et mauve
Dans un clair cube
De sons et d’eau.
Ainsi tu te montreras.
Un profil courbe.
Somme d’ailes.
Un presque obscur
Sur les vitrages.
Et fils et lignes
Tressant des masques
Pour mon visage :
Rouge mandala
Pour un profil.
Alors j’ajuste
Pour la plongée
Couleurs et masque.
C’est moi. Un poisson rouge
E un autre lilas et mauve

Poema “Noite de inverno”, de Émile Nelligan. Tradução de Álvaro Faleiros.

Soir d’hiver

Noite de inverno

Ah! comme la neige a neigé!
Ma vitre est un jardin de givre.
Ah! comme la neige a neigé!
Qu'est-ce que le spasme de vivre
A la douleur que j'ai, que j'ai!

Veja! Como a neve nevou!
Jardins de gelo no meu vidro
Veja! Como a neve nevou!
O que é o espasmo de estar vivo
À dor! Nela eu vou, nela eu vou!

Tous les étangs gisent gelés,
Mon âme est noire: Où vis-je? où vais-je?
Tous ses espoirs gisent gelés:
Je suis la nouvelle Norvège
D'où les blonds ciels s'en sont allés.

Os lagos jazem em seus gelos
Minh’alma é negra: onde trafego
Esperas jazem em seus gelos
Sou essa nova Noruega
Partida dos céus amarelos

Pleurez, oiseaux de février,
Au sinistre frisson des choses,
Pleurez, oiseaux de février,
Pleurez mes pleurs, pleurez mes roses,
Aux branches du genévrier.

Chorem, pardais de fevereiro,
Ao sinistro frisson das coisas,
Chorem, pardais de fevereiro,
Chorem meus choros e minhas rosas,
Chorem nos galhos do meu cedro.

Ah! comme la neige a neigé!
Ma vitre est un jardin de givre.
Ah! comme la neige a neigé!
Qu'est-ce que le spasme de vivre
A tout l'ennui que j'ai, que j'ai!...

Veja! Como a neve nevou!
Jardins de gelo no meu vidro
Veja! Como a neve nevou!
O que é o espasmo de estar vivo
Ao tédio! Nele eu vou, eu vou!

Bibliografia

Traduções Publicadas

AKIKO, Yosano. Descabelados. [Por Álvaro Faleiros] Brasília: Editora UNB, 2007. Poesia. Contém estudo introdutório e notas do tradutor em parceria com Donatela Natili

APOLLINAIRE, Guillaume. Caligramas. [Por Álvaro Faleiros] São Paulo: Ateliê, 2008. (Caligrammes) Poesia. Contém estudo introdutório e notas do tradutor.

APOLLINAIRE, Guillaume. O Bestiário. [Por Álvaro Faleiros] São Paulo: Iluminuras, 1997. (Le Bestiaire ou Cortège d’Orphée). Poesia. Contém estudo introdutório e notas do tradutor.

BRUEL, Christian; GALLAND, Anne. A história de Júlia e sua sombra de menino. [Por Álvaro Faleiros] São Paulo: Scipione, 2010. (Histoire de Julie qui avait une ombre de garçon). Literatura infanto-juvenil. Ilustrações de Anne Bozellec.

DOLTO, Françoise. O caso Dominique. [Por Álvaro Faleiros] São Paulo: Martins Fontes, 2010. (Le Cas Dominique). Psicologia.

GENETTE, Gérard. Paratextos editoriais. [Por Álvaro Faleiros] São Paulo: Ateliê, 2009. (Seuils).

HÉRNANDEZ, Francisco. “Primeiros poemas de Fala Scardanelli”. In Revista Cacto. [Por Álvaro Faleiros] São Paulo: Unimarco, 2004. (Habla Scardanelli). Poesia.

Kalevala, primeiro poema. [Por Álvaro Faleiros] São Paulo: Ateliê, 2009. (kalevala). Poesia. Contém estudo introdutório e notas do tradutor em parceria com José Bizerril.

Latitudes: nove poetas do Québec. [Por Álvaro Faleiros] Montreal/São Paulo: Noroît/Nankin, 2002. Coletânea de Poesia.

LEE-JAHNKE, Hannelore; DELISLE, Jean; CORMIER, Monique C. Terminologia da Tradução. [Por Álvaro Faleiros e Cláudia Xatara] Brasília: EDU- UNB, 2013. (Terminologie de la traduction). Tradução

NAUMANN-VILLEMIN, Christine. Quando o lobo tem fome. [Por Álvaro Faleiros] São Paulo: Berlendis e Vetecchia Editores, 2012. (Quand le loup a faim). Literatura infanto-juvenil. Ilustrações de Kris Di Giacomo.

RAMOS, Mario. O mais malandro. [Por Álvaro Faleiros] São Paulo: Berlendis e Vetecchia Editores, 2012. (Le Plus Malin). Literatura infanto-juvenil. Texto e ilustrações do autor.

Obra própria

Livros sobre tradução

FALEIROS, Álvaro (Org.). Mário Laranjeira: poeta da tradução. São Paulo: 2013.

FALEIROS, Álvaro. Traduzir o poema.  São Paulo: Ateliê Editorial, 2012.

FALEIROS, Álvaro; MOUZAT, Alain & ZAVAGLIA, Adriana. A tradução de obras francesas no Brasil. Organização e apresentação. São Paulo: Annablume, 2011.

Artigos sobre tradução

FALEIROS, Álvaro. A Cadelinha de Baudelaire: nas fronteiras do traduzir. Revista Criação & Crítica, v. 13, p. 11-119, 2013.

TOME, P. ; FALEIROS, Álvaro. POEMAS DE BLUES E JAZZ - A MUSICALIDADE NEGRA DE LANGSTON HUGHES. Literatura em Debate (URI), v. 6, p. 55-67, 2012.

FALEIROS, Álvaro. “Antropofagia modernista e perspectivismo ameríndio: considerações sobre a transcriação poética desde Haroldo de Campos”. Ipotesi (UFJF), v.17.1, 2013.

FALEIROS, Álvaro. “Emplumando a grande castanheira”. Estudos Avançados (USP), v. 26, 2012.

FALEIROS, Álvaro. “Três Mallarmés: traduções brasileiras”. Aletria (UFMG), v. 22, 2012.

FALEIROS, Álvaro. “Apontamentos para uma poética xamânica do traduzir”. Eutomia (Recife), v.V, 2012.

FALEIROS, Álvaro. “Salut: a modernidade de Mallarmé em tradução”. Traduzires (UnB), v. 1, 2012.

FALEIROS, Álvaro. “As Flores do Mal sem medida: por uma retradução de Charles Baudelaire”. Revista Brasileira de Literatura Comparada, v. 19, 2011.

FALEIROS, Álvaro. “À Sombra de Júlia: atritos do traduzir”. Cadernos de Literatura em Tradução (USP), v. 12, 2011.

FALEIROS, Álvaro. 'Appariton' de Mallarmé no Brasil. Graphos (João Pessoa), v. 13, p. 1, 2011.

FALEIROS, Álvaro. “Maria Gabriela Llansol retradutora de Charles Baudelaire”. Cadernos de Tradução (UFSC), v. 25, 2010.

FALEIROS, Álvaro.  “Na esfera da reimaginação”. Cadernos de Literatura em Tradução (USP), v. 11, 2010.

FALEIROS, Álvaro. Verso e reverso: alguma presença francesa na poesia brasileira. Itinerarios (UNESP. Araraquara), v. 31, p. 175-186, 2010.

FALEIROS, Álvaro. “A Correspondência de Baudelaire: pistas para sua poética do traduzir”. Tradução em Revista (PUC-RJ), v. 9, 2010.

FALEIROS, Álvaro. Senghor e o Brasil, imagens cruzadas. Cerrados (UnB. Impresso), v. 19, p. 51-62, 2010.

FALEIROS, Álvaro. “Mário Laranjeira retradutor de Prévert”. Caligrama (UFMG), v. 15, 2010.

FALEIROS, Álvaro. “Grimório: a tradução nos limites de ‘prosa’”. Revista de Letras (UNESP), v. 49, 2009.

FALEIROS, Álvaro. “Gesto sobre um poema de Hilda Hilst em francês”. Tradução em Revista (PUC-RJ), v. 6, p. 1, 2009.

FALEIROS, Álvaro. “A crítica da retradução poética”. Itinerarios (UNESP), v. 28, 2009.

FALEIROS, Álvaro. Romantismo, Modernidade e as poéticas de Baudelaire e Mallarmé. Lettres Françaises (UNESP Araraquara), v. 10, p. 93-100, 2009.

FALEIROS, Álvaro. “Elementos para a tradução do octossílabo em português”. Cadernos de Literatura em Tradução (USP), v. 7, 2007.

FALEIROS, Álvaro. “Tradição e invenção da rima nas traduções de Mallarmé por Augusto de Campos”. Revista da ANPOLL, v. 23, 2007.

FALEIROS, Álvaro. Um lance de dados: contrapontos à sinfonia haroldiana. Revista de Letras (São Paulo), v. 47, p. 13-25, 2007.

FALEIROS, Álvaro. “Sobre uma não-tradução e algumas traduções de. Alea”. Estudos Neolatinos (UFRJ), v. 9, 2007.

FALEIROS, Álvaro A rima nos cantos populares: contribuições para o rimário brasileiro. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, v. 43, p. 99-125, 2006.

FALEIROS, Álvaro. “Retraduzir O Sineiro de Stephane Mallarmé”. Tradterm, v. 12, 2006.

FALEIROS, Álvaro. “Tradução e canção no ritmo do trovador”. Tradução em Revista (PUC-RJ), 2006.

FALEIROS, Álvaro. “Approches textuelles pour la traduction du poème au Brésil”. TTR, v. XIX, 2006.

FALEIROS, Álvaro. “O tipográfico e o topográfico na tradução poética”. Cadernos de Tradução (UFSC), v. XV, p. 35-54, 2005.

FALEIROS, Álvaro. L'enseignement des langues étrangères et la littérature: de l'audiovisuel au communicatif. Rencontres, São Paulo, v. 9, p. 1-90, 2004.

FALEIROS, Álvaro. “Traduzir os versos alexandrinos de Apollinaire”. Tempo & Memória (Unimarco), São Paulo, v. 2, 2004.

FALEIROS, Álvaro. Anos 90: continuidade e invenção na poesia de novos trovadores. Cerrados (UnB), Brasília, v. 13, 2004.

 

Capítulos de livros

 

FALEIROS, Álvaro. A tradução de poesia no Brasil: a invenção de uma tradição. In: Marilene Weinhardt e al (org.). Ética e Estética nos estudos literários. Curitiba: UFPR, 2013.

DIAS, C. Bárbara ; FALEIROS, Álvaro . Os Estudos da Tradução no Brasil nos séculos XX e XXI. In: Walter Carlos Costa; Andréia Guerini; Marie-Hélène Torres. (Org.). A tradução literária em revista no Brasil: aproximações. 1ed. Florianópolis: PGET/UFSC, 2013, v. 1, p. 191-220.

FALEIROS, Álvaro. Pignatari tradutor de Mallarmé. In: Álvaro Faleiros; Adriana Zavaglia; Alain Mouzat. (Org.). A tradução de obras francesas no Brasil. São Paulo: Annablume, 2011.

FALEIROS, Álvaro. Som sentido e sintaxe na tradução poética: "Le chant d'amour" de Guillaume Apollinaire. In: Márcia Atálla Pietroluongo. (Org.). O Trabalho da Tradução. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2009.

FALEIROS, Álvaro. “A tradução do poema no Brasil: algumas tendências atuais”. In Sylvia Helena Cyntrão. (Org.). Poesia: o lugar do contemporâneo. Brasília: Universidade de Brasília, Departamento de Teoria literária e literaturas, 2009.

FALEIROS, Álvaro. Em busca da Castro Alves tradutor. In: Andréia Guerini, Marie Helene Torres, Walter Carlos Costa. (Org.). Literatura traduzida e literatura nacional. RJ: 7Letras, 2008.

FALEIROS, Álvaro. La traduction de la poésie québécoise au Brésil. In: Louis Jolicoeur. (Org.). Traduction et enjeux identitaires. Québec: Presses de L'Université laval, 2007.

FALEIROS, Álvaro. Sous l'invocation de Saint Gerôme et la traducion au Brésil. In: Pierre Rivas. (Org.). Dernière tentation de Valéry Larbaud: Le Brésil. Paris: Cendres, 2005.

Obra literária

 

FALEIROS, Álvaro, VILELA, Fernando. Soltando os bichos. Rio de Janeiros: Pequena Zahar, previsto para 2014. Literatura infantil em parceria com Fernando Vilela.

FALEIROS, Álvaro. O sapoeta. São Paulo: Iluminuras, 2013. Literatura infantil em parceria com Fernando Vilela.

FALEIROS, Álvaro. Do centro dos edifícios. São Paulo: Selo [e], 2011.

FALEIROS, Álvaro. O caminho das pedras. São Paulo: Scipione, 2011.

FALEIROS, Álvaro. Meio mundo. São Paulo: Ateliê Editorial, 2007. Poemas com gravuras de Fernando Vilela.

FALEIROS, Álvaro. O Auto do Boi d’Água. Brasília: Ed. Financiada pela Unesco, 2003.

FALEIROS, Álvaro. O Retirante que Virou Presidente. Brasília: Ed. do Autor, 2002.

FALEIROS, Álvaro. Transes. Flayosc: LAU, 2000. Poemas, em parceria com Dominique Martin e gravuras de Fernando Vilela

FALEIROS, Álvaro. Amapeando. São Paulo: Nankin, 1997. Poemas, com fotos de Lu Capi.

FALEIROS, Álvaro. Coágulos. São Paulo: Iluminuras, 1995.

CDs

FALEIROS, Álvaro. Da pé. Gravina, 2013.

FALEIROS, Álvaro. Água Minha. Gravina, 2003.

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ISBN:   85-88464-07-1

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